Hot - Capítulo 1071

 Zayn: — Ela gemeu quando segurei seus quadris com força, encaixando meus braços por baixo das coxas e prendendo-a contra a cama. 

A calcinha já estava encharcada, tão molhada que grudava, desenhando cada detalhe, cada contorno. 

 

Levei o rosto até lá, encostando os lábios por cima do tecido quente, e senti o corpo dela vibrar na hora.

 

Júlia: Tão bom… — A sensação me desmontou. 

O pano fino separava a boca dele da minha pele, mas era como se tudo atravessasse.

 

Senti seu hálito quente, os pelos da barba, depois a pressão úmida da língua deslizando sobre o centro da minha calcinha. 

 

Era uma mistura de frustração e prazer. 

 

Ele não tinha tirado a peça, mas eu sentia tudo — cada toque, cada curva da língua, cada movimento molhado.

 

Mordi o lábio com força, tentando não gritar.

 

Zayn: Deliciosa… — Lambi devagar, com a língua aberta, sentindo o gosto através do o tecido. 


Pressionei direto no clitóris, devagar, depois fui aumentando o ritmo sem dó. Deslizei de baixo pra cima, alternando entre pressão e provocação. A ponta da minha língua fazia círculos, e o quadril dela começou a se mover por reflexo.

 

Mas eu mantinha firme.

 

Júlia: Ah… Zayn… por favor… — sussurrei, com a respiração falhando.

 

Eu sentia a umidade se espalhar, a calcinha afundar contra mim a cada lambida. 

As presilhas nos mamilos ainda doíam, e a soma de tudo me deixava à beira de um colapso.

 

Zayn: Você vai gozar assim.

Sem nem precisar tirar essa merda de calcinha.

 

Mordi a beirada da peça, puxando com os dentes, expondo só um pouco mais da pele. 

Depois voltei a lamber, mais firme, mais fundo. 

Pressionei com o nariz em cima e empurrei com a língua por baixo. 

A cada reação dela, eu aumentava o ritmo, ela tremia, suava, arqueava o corpo e tentava fechar as pernas — mas eu mantinha tudo no lugar, como eu queria.

 

Júlia: Como pode ser tão bom?

 

Meu corpo começou a perder o controle. Eu gemia alto, livre, sem vergonha. Cada lambida me fazia ver estrelas, sentir contrações no ventre, nas coxas e nos braços presos. 

Tentei fugir, mas ele me segurava como se quisesse me obrigar a aceitar tudo. 

 

E eu aceitei.

 

Gozei com a calcinha encharcada colada na minha pele e com a língua dele ainda se movendo, me sugando gostosamente.


Zayn: — A visão dela gozando encheu meus olhos de luxúria. 

Fiquei ali só observando, vendo os biquinhos marcados pulsando nas presilhas, o peito subindo e descendo sem um ritmo certo.

Meu pau latejava, e eu precisava sair de dentro daquela calça.

 

Me levantei, terminando de tirar, e a boxer foi junto, se perdendo em algum lugar do quarto.

Júlia abriu os olhos e umedeceu os lábios ao ver o quão pronto eu estava.

Meu pau saltou com força — pesado, cheio de veias saltadas até a base, a cabeça úmida, vazando.

 

Peguei a sacolinha e puxei mais um item.

Voltei a me aproximar, com um sorriso cafajeste — dominado pelo desejo — e coloquei a venda sobre seus olhos com calma, ajustando firme atrás da cabeça.

Os cílios dela piscaram contra o tecido, os lábios entreabertos tremendo.

 

Júlia: Você está cheio de surpresas hoje, Malik… — comentei, ansiosa pelo que viria a seguir.

 

A falta de visão me deixou mais exposta, vulnerável. 

Tudo parecia maior e mais quente.

Eu sentia o cheiro dele, o calor da pele, a tensão no ar. 

 

Então ouvi os passos, senti o colchão afundar e o toque — grosso, quente — roçando nos meus lábios.

 

Zayn: Agora é só tua boquinha que vai trabalhar. — Encostei a cabecinha, e ela abriu com vontade. A boca engoliu devagar, sentindo cada centímetro e eu gemi baixo, sentindo o calor e a umidade da língua contra mim, enquanto seus lábios se fechavam ao meu redor.

 

Júlia: Hmm… — Com as mãos presas, só me restava a boca. 

E eu usei. 

Comecei a movimentar a cabeça, puxando com os lábios, fazendo o pau dele deslizar mais fundo.

Minha bochecha cavava pra dentro com a força da sucção, e um som molhado escapava entre os estalos.

 

A cada vez que eu sugava, a base dele roçava minha língua, as veias pulsavam na lateral, e a cabeça lisa me enchia até o fundo da garganta.

 

Às cegas, inclinei o pescoço e aumentei o ritmo. A saliva escorria pelos cantos da boca, e eu nem tentei conter.

Chupei com vontade, movendo a cabeça como se quisesse arrancar o gozo dele só no vácuo.

 

Zayn: Porra, olha isso…

Escuta o som que tua boca faz no meu pau.

 

Tá mamando como uma cadelinha obediente. — Acariciei os cabelos loiros, aproveitando para massagear o volume firme dos seios.

 

Júlia: Seu pau é tão gostoso…

 

Afastei a boca por um segundo, ofegando, com a saliva ainda brilhando nos lábios e o pau dele descansando quente contra meu rosto.

— E se você me soltasse… se tirasse essas algemas… eu ia usar minhas mãos nas suas bolas.

Ia apertar com calma… passar os dedos devagar…

Fazer você gozar gemendo só com o toque.

 

Zayn: Não venha dar uma de esperta…

Chupa elas com tua boquinha quente.


Júlia: Com todo prazer.

 

Senti o peso bater contra minha boca. Macias, quentes, e ao mesmo tempo firmes.

Dei uma lambida lenta, depois suguei uma de cada vez, ouvindo ele gemer fundo acima de mim.

O cheiro, o gosto, a pele… tudo me fazia querer mais.

Fiz pressão com os lábios, chupando com vontade, como se cada parte dele fosse minha.

 

Zayn: Bem assim. 

— Ela fazia melhor do que qualquer fantasia. Mesmo algemada, mesmo vendada, ela me deixava à beira do descontrole.

Meu quadril se movia leve, roçando a base do pau na bochecha dela, enquanto ela alternava entre sugar as bolas e lamber a extensão até a cabeça.


Júlia sugava com tanto tesão que meu corpo começou a tremer. 

O som da boca cavando no meu membro era excitante pra cacete. 

Se eu deixasse mais alguns minutos, ia gozar na garganta dela — e ainda não era hora.

 

Segurei na base e retirei com esforço. 

A sucção resistiu até o fim. 

Quando a glande saiu, um fio grosso de saliva se estendeu da ponta até os lábios dela, estourando no queixo. 

Cena suja, safada, do jeito que eu gosto.

 

Júlia: Poxa… — Arfei com a boca quente, lambuzada, faminta. 

— Você não vai me deixar nem provar um pouquinho?

 

Zayn: Ainda não. — Fui até o encaixe das algemas, destravei uma das mãos e puxei o braço dela pra frente, com firmeza. 

Rasguei a calcinha, puxando o tecido nos lados opostos deixando-a completamente nua pra mim. 

 

Virei o corpo com brutalidade calculada, colocando-a de bruços, o rosto pressionado contra o colchão. 

Cruzei os pulsos dela atrás das costas e reuni as algemas de novo, prendendo os dois braços juntos ali.

 

Peguei um travesseiro e enfiei sob o ventre dela, erguendo o quadril até a bunda empinar do jeito que eu queria. 

Perfeita. 

A pele pedia por tapa, a carne, por domínio.

 

Afastando os joelhos, abri as pernas dela. A visão me paralisou por um instante: o cuzinho apertado, pulsava, e logo abaixo, a boceta inchada, escorria, melada como o inferno.

 

Puxei da sacolinha o terceiro brinquedo: um plug preto, médio, com a base cravejada por uma pedra de rubi que brilhava contra a luz do quarto.

Também havia comprado lubrificante. 

 

Zayn: Até teu cuzinho merece uma joia.

 

Júlia: — Soltei uma risada curta, mesmo gemendo logo depois. 

A ponta fria encostou e me fez tremer.

— Idiota… — sussurrei, rindo e mordendo o lençol, enquanto a dorzinha se misturava ao tesão.

 

Zayn: — Espalhei o lubrificante com os dedos e comecei a forçar o brinquedo.

  

Devagar. Centímetro por centímetro.

O cuzinho dela abriu com dificuldade, gemendo junto com ela. 

O plug afundou até o fim, e a pedra encostou na beiradinha.

 

Zayn: Você lembra o que é meu aqui, né?

 

Júlia: Sim…

Meu cuzinho, é só seu…

 

Zayn: Boa garota. — Alisei a bunda empinada e dei um tapa seco, direto. 

A pele reagiu quente, firme, vibrando na minha palma. 

Júlia gemeu alto e empinou ainda mais, rebolando instintivamente. 

 

Ajoelhei atrás, segurei forte no quadril e encostei a cabeça do meu pau na entrada da boceta. Estava quente, molhada, tão aberta que parecia me implorar.

 

Empurrei devagar, só a glande entrando. Ela arfou e eu fui metendo sentindo suas paredes internas me acomodarem.

— Agora sim. — Afundei com tudo. O plug pressionava por dentro, e ela gemia, trêmula, presa, vendada, com os punhos algemados atrás das costas. 

 

Júlia: — As estocadas começaram profundas, ritmadas, com o som da pele batendo se misturando aos meus gemidos abafados contra o lençol. 

 

O colchão rangia debaixo do meu corpo. Ele me segurava com firmeza, as mãos pesadas agarrando minha cintura, me puxando pra trás a cada investida — e eu não conseguia fazer nada. 

Os braços não me deixavam segurar em nada, nem aliviar a intensidade que tomava conta de mim.

 

Meu peito roçava no lençol, os mamilos ainda sensíveis das presilhas vibravam a cada movimento. O plug cravado no cuzinho me deixava completamente cheia. Eu sentia tudo. Sentia ele. O peso. O calor. A pressão me dominando inteira.

 

A respiração dele batia quente na minha nuca, arfada, descompassada. Cada vez que ele empurrava mais fundo, eu gemia mais alto. 

 

— M-meu Deus… Zayn… 

 

Zayn: isso, linda…

Geme o meu nome, me sente. — 

O som das estocadas ecoava. 

O som da carne batendo, do grunhido falhado. — Você tá toda mole.

Treme inteira a cada vez que eu entro.

 

Cravei os dedos no quadril dela e dei uma estocada mais seca. 

Ela gritou contra os lençóis e eu sentia as contrações, sentia a xotinha me puxando, sugando como se quisesse mais.

 

Júlia: Ahn… tá muito fundo… tá… — O gemido se transformou num grito preso.

 

A pressão crescia rápido, o formigamento nas pernas e meu corpo inteiro estava prestes a desmoronar. As contrações chegaram de novo, mais fortes que antes.

 

— Zayn… eu vou… eu vou gozar…

 

Zayn: Então Goza... 

Goza assim, com o cu cheio e meu pau te esticando inteira.

Não segura. Solta pra mim.

 

O orgasmo veio rasgando. O corpo se arqueou, e ela gritou contra o colchão. 

A boceta apertou com tudo, sugando meu pau como se quisesse engolir. 

Júlia tremia por inteira, descontrolada. 

As pernas chutaram o colchão e os braços tentaram se soltar por reflexo.

 

Júlia: Aaaahh… porra… 

— Eu gozei com tanta força que o corpo apagou por segundos. Tudo pulsava. Tudo tremia. 

 

Zayn: — Continuei metendo mesmo assim. Sentindo as contrações, o corpo dela se debatendo debaixo de mim. 

 

Peguei nos cabelos, puxei a cabeça pra trás. Inclinei até lamber a pele suada do pescoço.


O corpo dela ainda tremia embaixo do meu. A boceta apertava meu pau como se implorasse pra continuar, mesmo depois do orgasmo. E eu seguia duro, no limite, mas não pronto pra gozar. Ainda não.

 

Soltei o fecho das algemas e deixei os braços dela caírem sobre os lençóis. O peito subia devagar, os cabelos colados ao rosto, o brilho do suor escorrendo pela pele morna. — Você é desgraçadamente sexy... 

 

Júlia: Até que enfim… — Meus pulsos desabaram sobre o colchão, e o corpo parecia desligado. Mas lá dentro, o fogo ainda queimava. 

Me virei, tirei a venda e empurrei o peito dele com o que restava de energia. 


O moreno caiu rindo, ofegante, o sorriso safado no rosto e os olhos turvos de tesão.

 

Se deitou com as mãos atrás da cabeça, o abdômen contraído, todo gostoso e meu. 

 

Me arrastei por cima, deslizando minha bocetinha quente e molhada pela barriga suada.

Desci mais um pouco, roçando na base do abdômen e um gemido abafado escapou só com o atrito úmido.

 

— Agora é minha vez — sussurrei, jogando o cabelo para trás.

 

Agarrei o pau grosso e rígido com as duas mãos, encaixando devagar, e sentei de uma vez só.

 

Zayn: Caralho… tão gostosa. — O jeito que ela montava em mim, os músculos das coxas apertando, o movimento ritmado da cintura… Ela subia e descia com fome, cavalgando como se fosse engolir minha alma.

 

Alcancei os seios e tirei com cuidado as presilhas dos mamilos.

Os bicos estavam rubros, duros, pulsando sob meu toque.

 

— Olha o estado disso aqui…

Tô com vontade de afundar a cara nesses peitos de novo.

 

Belisquei primeiro de leve, depois com mais firmeza. Ela gritou e o som saiu bruto, verdadeiro.

 

Júlia: — Ele me estimulava enquanto eu rebolava. Era tanta sensação ao mesmo tempo que eu mal sabia como suportar.

Me inclinei, os cabelos caindo ao redor do rosto dele, enquanto suas mãos tomavam conta dos meus seios, espremendo, puxando, fazendo meu ventre se contrair mais a cada segundo.

— Tá… muito fundo… 

 

O atrito queimava, pegando bem no meu ponto.

O plug ainda vibrava sutilmente, me deixando completamente cheia, e ele me invadia até o talo.

 

— Tá doendo… 

 

Zayn: E você gosta, né? — rosnei ao pé do ouvido.

 

Júlia: Sim, eu amo essa dor… e eu descobri que amo com você… — Ele rosnou com a boca próxima da minha pele, me puxando mais fundo, fazendo meu sexo estalar com cada descida.

 

Zayn: Continua sentando. Quica bem gostoso. 

— Ela cavalgava mais rápido, mesmo com as pernas falhando, gemendo como se fosse quebrar.

 

Júlia: Zayn… eu tô vindo…

— A explosão tomou conta do meu corpo. Mas dessa vez, veio com algo a mais.

Gozei tão forte que senti esguichar — pela primeira vez.

 

O líquido escapou com força, respingando nele, escorrendo entre nós.

O som da respiração dele mudou na hora. Meu homem grunhiu, segurando firme minhas coxas.

 

Zayn: Olha isso…

Você tá jorrando em cima de mim…

Molhou tudo, porra. 

 

Ela se encolheu, gemendo sem parar.

Mas eu não parei.

 

Segurei com firmeza e me sentei com ela ainda encaixada no meu pau. Puxei pela cintura e comecei a foder de baixo pra cima, com estocadas rápidas, firmes, brutais. 

— Abre os olhos.

Me encara. Quero ver você quebrar, mais do jeito certo.

 

Júlia: Zayn… — Meus olhos se abriram devagar, e os dele me engoliram e famintos.

Eu tremia, esgotada, o corpo desabando, mas ele continuava me segurando como se eu fosse parte dele.

 

Zayn: Júlia… — Travei o maxilar e o calor explodiu na base da coluna.

Afundei com tudo mais uma vez e então 

gozei.

— Toma… — murmurei entre os dentes. — Toma tudo… até não sobrar nada de mim.

 

Meu corpo estremeceu e a porra jorrou quente, grossa, dentro dela.

 

Ela ficou ali, encaixada, tremendo, desarmada e… completamente minha.


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