Hot - Capítulo 1194

 Harry Styles

— Se Deus fez é porque cabe.


Avancei com uma estocada lenta e profunda, o pau grosso forçando caminho no aperto virgem, sentindo as paredes internas se esticarem até o limite, em volta da glande inchada.


O mel dela escorria abundante, lubrificando cada centímetro meu, mas o atrito ainda era deliciosamente justo, como se o corpo resistisse só pra sugar mais fundo depois.


— Isso, querida… assim mesmo… — Capturei seus lábios num beijo voraz, a língua invadindo sem piedade, fodendo sua boca no mesmo compasso que meu quadril empurrava.


— Harry, eu… — O gemido entrecortado veio carregado, as pupilas dilatadas, implorando por mais apesar da dor que ainda tremia ali.


— Você tá indo tão bem… me recebendo tão bem… — Beijei a pontinha do seu nariz e deslizei a boca pelo seu queixo, provando o salgado do suor. — Mantém os olhos em mim, amor… vê como eu te abro devagar… como você me engole inteiro…


Empurrei mais um pouco, o membro deslizando suave, mas implacável, o calor úmido me envolvendo e arrancando tremores que faziam suas coxas se apertarem nas minhas laterais.


Ela cravou as unhas nas minhas costas, fazendo trilhas ardentes, enquanto deslizei  as mãos por suas costelas, subindo até apertar aqueles peitinhos duros, 

os polegares circulando os bicos sensíveis. Afundei o rosto no seu pescoço e chupei a pele, enterrando mais. 


— Respira fundo… relaxa essa bocetinha pra mim… — ronronei, passando a língua pela linha do maxilar, voltando pra boca, engolindo seus gemidos abafados.


Esperei tanto tempo por isso, sonhando por noites e dias, e agora, que está finalmente acontecendo, quero prolongar cada segundo. 


— Você é perfeita, caralho… olha como cabe direitinho. — Empurrei com mais pressão, sentindo a barreira final ceder. — Porra… tá todo dentro, amor… sente como ele te preenche… tá latejando só pra você… — apertei a carne das suas coxas, abrindo-as um pouco mais pra afundar. 

— Posso me mover?


— S-sim! — seus olhos desceram, vendo como estávamos grudados, como nossos sexos se encaixavam perfeitamente.


— Se doer, me avisa… ok? Não quero te machucar. — Minha noiva confirmou com a cabeça, me dando sinal verde. 

Então, dei a primeira estocada, lenta e profunda, batendo no fundo outra vez, o som molhado das peles se chocando preenchendo o quarto. As mãos dela subiram pros meus cachos, puxando os fios em resposta.


Quando olhei para baixo, vi o vermelho suave de sangue misturado ao brilho do nosso encaixe, e senti um aperto no peito. 

Parte de mim se arrepiou ao me lembrar que eu era o primeiro dela, e se Deus quiser, o último. 


Lambi seu ombro e desci a ponta da língua até o seio oposto, sugando o mamilo com força, puxando com os dentes antes de soltar — e no mesmo instante, mergulhei outra vez, nos fundindo como um só. 


— Você é uma delícia, porra… me aperta assim… sente essa rola te fodendo gostoso… te abrindo toda pra mim… — sussurrei sem filtro, beijando a concha da sua orelha enquanto aumentava mais o ritmo, deixando o ar rarefeito entre nós.



Zendaya Maree


O corpo do Harry me dominava por completo, cada estocada entrando lenta, mas com peso, me obrigando a senti-lo do começo ao fim. Não era só o tamanho ou espessura, era a maneira como ele me usava’ — como se quisesse mostrar que sabia cada ponto exato que me faria perder a razão.


A dor inicial foi dilacerante, a sensação da carne se rasgando, junto com a ardência quase fizeram meus olhos lacrimejarem. 

Mas meu noivo foi tão carinhoso, paciente, e apesar do desconforto ainda existir, 

eu estava muito mais relaxada e me sentia pronta pra mais. 


Ele recuou quase todo, deixando só a ponta do membro pulsar na minha entrada. Mesmo dolorida, meu sexo implorava instintivamente, tentando puxá-lo de volta.


— Quer mais, é? — a voz dele veio baixa, carregada de malícia. — Então pede…

— Sorriu contra minha pele e, ao invés de continuar me fodendo, começou esfregar a cabecinha rosada na minha entrada, espalhando minha lubrificação com a dele.


Engoli o meu orgulho e fiz exatamente o que ele exigiu: — Continua….


— Boa garota. — Piscou por baixo dos cílios pesados e meteu com mais força, entrando de uma fez. 


— Wallah… (Meu Deus…) — Apertei os olhos, cravando as unhas no lençol. Ele não me deu tempo pra recuperar o ar e já começou a bombear com mais força e destreza, sempre me olhando, como se se alimentasse da minha expressão.


A mão grande escorregou pra minha garganta, apertando de leve, sentindo a vibração dos meus gemidos contra seus dedos. Ao mesmo tempo, inclinou o corpo, a boca quase encostando na minha orelha.


— Juro que estou me esforçando para ser a porra de um cavaleiro…

Mas você é gostosa demais, e eu… — mordi seu lábio, calando-o. 


— Não seja delicado… Me fode como você gosta, como você precisa. Eu quero te sentir inteiro…

O verdadeiro Harry Styles. — falei, observando sua expressão se transformar. 

Seus olhos estavam semicerrados, e a boca, aberta, as sobrancelhas franzidas daquele jeito típico enquanto eu lia o tesão claramente em suas íris nubladas.

O verde dos olhos em um tom mais escuro. 


Então, sem aviso e me deixando confusa, ele saiu de dentro de mim.

Mas que eu pudesse reclamar, me virou de bruços e puxou minha cintura pra cima, me colocando de quatro. O ar frio contra minha pele suada fez meu corpo arrepiar de novo, e meu coração bateu mais forte quando ele segurou minha bunda e a abriu com as duas mãos, me deixando completamente exposta.


— Linda, eu vou te comer assim, está bem?

Se for muito, fala que eu paro — resmunguei um “sim” e, após um tapa estalado na minha nádega, ele penetrou de novo e de novo. 

O ângulo fazendo-o atingir tão fundo, arrancando de mim um gemido dolorosamente prazeroso. 


Era como se ele me preenchesse até onde não havia espaço, e por um momento minhas pernas vacilaram.


A posição era intensa demais, e cada estocada aumentava a pressão. A ardência ainda estava lá, mas a mão dele subindo pela minha barriga, deslizando até meu ponto mais sensível, e a voz rouca no meu ouvido me mantinham entregue.



Harry Styles


— Porra… que delícia — Inclinei pra frente, colando o meu peito nas costas dela, enquanto o pau saía quase todo pra voltar com uma estocada seca, atingindo aquele  ponto que a fazia convulsionar, suas pernas fraquejando contra o colchão. — Que delícia te comer assim, por trás…. — gemi, observando seu cuzinho, louco pra meter ali também.  


Mas não agora. Quem sabe mais tarde?


Acelerei e girei meus quadris sutilmente para variar o atrito, minhas bolas pesadas chapinhando contra sua bunda empinada.

Puxei seus braços pra trás, cruzando os pulsos na base das costas com uma mão, imobilizando-a completamente, enquanto a livre descia pra apertar meus testículos. 


O corpo dela tremeu debaixo de mim e eu lambi sua nuca, externando meus pensamentos intrusivos: — Rebola pra mim, amor… engole a minha rola como uma putinha faminta...


— Harry… — o gemido dela saiu arrastado, enquanto ela rebolava, e se esfregava, seu corpo mais uma vez provando o quanto gostava da minha boca suja. 



Zendaya Maree 


Harry puxou o meu cabelo até minhas costas ficarem coladas no seu peito duro e continuou  me afundando, cada vez rápido, mais forte. 

Suas estocadas eram brutas, e meu corpo se entregava ao ritmo violento do seu pau me tomando por dentro. Suas investidas ondulavam por mim e me faziam ela tremer no esmago dos seus braços. 


Estava intenso demais, mas em nenhum momento pedi para parar.


Depois de um urro de pura excitação, ele diminuiu o ritmo, mas o calor não foi embora. 

A respiração áspera batia contra minha orelha, e a mão firme na minha cintura me mantinha presa, como se fosse perigoso me deixar escapar. Quando tentei mover o quadril, Harry me segurou com mais força e soprou baixinho, com aquela voz grave que arrepiava minha pele.


— Ainda não…


Senti o ar faltar por um segundo antes que ele saísse só o bastante para me virar. Meus joelhos cederam quando Harry me posicionou, guiando minhas pernas até ficarem abertas, presas pelo peso dele sobre mim. Seu olhar encontrou o meu com uma intensidade quase insolente, como se quisesse provar que estava no controle.


— Quero ver você gozando olhando pra mim.


Penetrou lento no início, profundo, como se quisesse que eu sentisse cada detalhe, cada parte dele se fundindo comigo. Sua palma quente é áspera subia pela minha coxa, apertando como se marcasse território, e depois descia de novo, num vai e vem que me deixava mais quente a cada segundo. Tentei fechar os olhos para lidar com o prazer que vinha em ondas, mas a mão dele subiu até meu queixo, obrigando meu rosto a se erguer.


— Não foge… quero ver cada reação.


Aumentou a velocidade, entrando e saindo com precisão, enquanto seu corpo se moldava ao meu, batendo tão profundo, arrancando de mim gemidos sons que jamais pensei em emitir na vida. A fricção, o calor, o jeito como ele me olhava — como se me devorasse sem pressa — fez minha barriga contrair. 

Eu estava tão perto… 

Ele percebeu. Sempre percebia.


— Isso… — sussurrou, mantendo o quadril firme contra o meu. — Deixa vir.


Segurei nos seus ombros, sentindo os músculos tensos, e o prazer acumulado finalmente rompeu, tomando conta de tudo. Meu corpo se arqueou, o gemido escapou alto, e eu senti cada contração interna abraçando e sugando seu pau, enquanto o olhar dele continuava preso no meu, como se não aceitasse perder um único segundo daquele momento.


Ele gemeu na minha boca, continuou me segurando e se enfiando até eu começar a me contrair ao seu redor. Abri os olhos e encarei os dele, tentando processar a onda se formando entre as minhas pernas. 


Sobressaltei, involuntariamente tentando fugir da intensidade, mas agora era tarde demais. 

Ele me manteve firme enquanto me fodia sem cessar. 


O prazer me rasgava por dentro, bruto e viceral, incendiando cada nervo. Quando o ápice me tomou, foi como se meu corpo inteiro pulsasse, minha intimidade se fechando em espasmos desesperados. 


Ele trincou o maxilar e jogou a cabeça para trás, um grunhido excitado

escapando da sua garganta, afundando-se até o limite enquanto seu corpo também se rendia ao orgasmo, gozando junto comigo. 






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