Hot - Capítulo 735

Júlia: — seus olhos nublados correram por cada centímetro meu e ele formou um sorriso sujo de canto antes de responder:⠀

Príncipe Malik: Primeiro, porque você não é só mais uma, e segundo... Pra você gemer enquanto eu estiver te fodendo.

Júlia: Santa periquita! — ri de nervoso; eu estava impactada demais. Zayn... Que nome diferente e bonito. Dezenas de perguntas sobre ele surgiram na minha mente, tais como quem havia o escolhido, e qual era seu significado, mas ele não parecia querer conversar no momento.

Meus devaneios foram interrompidos, quando o príncipe envolveu as laterais da minha cintura e arrastou suas mãos até a minha bunda, impulsionando-me para cima, e fazendo com que eu o abraçasse com as minhas coxas.

Ele me carregou até sua cama e me jogou sobre a mesma. Minhas costas se chocaram contra o colchão quente e macio e o cheiro dele me entorpeceu. Mordi a parte interna da minha bochecha quando ele desceu seus olhos dourados sobre mim. E eu admirava cada detalhe do seu rosto, cada linha da sua expressão concentrada. A forma como sua testa estava franzida, o jeito como ele mordiscava seu lábio inferior deixando-o ainda mais avermelhado enquanto parecia gravar cada detalhe meu, sem deixar passar nada, quase como se estivesse tentando se certificar de que esse momento estava realmente acontecendo, que era de fato real. 

Eu sentia meu coração disparado enquanto o assistia me admirar com adoração, contemplando-me como se eu fosse a obra prima mais valiosa do seu castelo. Meus seios arrepiaram com o calor do seu olhar e minha respiração ficou mais ofegante quando ele correu as costas da mão pelos meus bicos, aquecendo-os e fazendo a minha garganta fechar, cada vez mais seca. 

Príncipe Malik: Seu corpo é uma delícia, gostoso demais. — minhas mãos delinearam sua cintura fina, sentindo-a estremecer sobre o meu toque. Passei os dedos pela barriguinha linda e com algumas ondulações - que a deixavam ainda mais gostosa - e subi, agarrando os seios fartos. Ela gemeu lamentosa, enquanto eu apertava com mais força, sovando os dois montes, beliscando os mamilos, deixando-os bem irritadiços. Me debrucei engolindo um com fome, enquanto massageava o outro. Continuei mamando, puxando o biquinho entre os meus dentes, enquanto a olhava divertido. Eu era fascinado pelos peitos dela. O tamanho, o formato, a cor... Tudo me atraía.

Ela grunhiu manhosa quando comecei a chupar o outro, engolindo a auréola macia todinha em minha boca. — Tão linda... — abandonei os seus seios e aproximei o meu rosto do seu, fazendo questão de beijar todas as sardinhas das suas bochechas. 

Júlia: Você também é lindo. — soprei, sentindo sua boca quente acariciar cada milímetro do meu rosto. Ele beijou minhas têmporas, a linha do meu cabelo, os cantos da minha boca e a ponta do meu nariz. Seus lábios deslizaram sobre a minha mandíbula, e eu gemi baixinho quando ele começou a beijar e a chupar o meu pescoço. 

Príncipe Malik: — fiz movimentos de sucção, sugando sua pele fina, deixando minha marca ali. Mordi-a perversamente e seu corpo inteiro tremeu em espasmos quando desci uma mão pelo seu ventre macio e explorei entre suas coxas, formando um sorriso de canto ao perceber o quão molhada ela estava. 

Júlia: Caralho... — Minhas mãos embrenharam seus cabelos e eu fiz uma pequena bagunça ali, puxando os seus fios e trazendo o seu rosto de volta para o meu.

Nos encaramos por um milésimo de segundo antes de nossos lábios finalmente se encontrarem. O beijo não se iniciou calmo, pelo contrário... Era urgente, necessitado, ardente e avassalador. 

Sua boca faminta devorava a minha, chupando a minha língua com vontade. E o gosto dele era tão viciante… Tão gostoso. Que eu poderia beijá-lo a noite inteira. Mas por agora, tínhamos outros planos. — Eu sou a única sem roupa aqui. Isso não é justo...Não mesmo. — desabotoei os dois primeiros botões da sua camisa, ficando emburrada com a demora. Movida pelo fogo que nos consumia, puxei as extremidades opostas do tecido, arrebentando os demais botões. O príncipe riu do meu desespero e eu sorri satisfeita quando o seu peitoral deliciosamente esculpido estava à mostra. Empurrei-o de cima e entendendo o recado, ele deitou-se do meu lado, assistindo-me descer o meu rosto até o seu peito. Pincelei com ponta da minha língua o beijo com asas que eternizei em sua pele e então chupei os seus mamilos, surpreendendo-me com a sua reação. Muitos caras não curtem esse tipo de estímulo, alegando não ser "coisa de homem" mas aparentemente, o príncipe tinha gostado. Ele era zero frescura. Zero masculinidade frágil e aquilo me deixava ainda mais maravilhada. O homem dos meus sonhos existia, e estava bem aqui na minha frente. 

Minha língua percorreu os gominhos do seu abdômen e então eu comecei a desafivelar o seu maldito cinto, jogando-o em um canto qualquer do quarto. O amir contraiu a barriga quando meus dedos frios correram por suas entradas, tentados em sentir cada centímetro da sua pele morena. Tirei seus sapatos, seguidos pelas meias e então ele ergueu o quadril, permitindo que eu puxasse sua calça. A peça tomou o mesmo caminho do cinto e minhas íris brilharam em apreciação quando fitei o volume e o contorno do seu pau através do tecido da boxer. Me livrei da mesma e mordi o meu lábio, fitando sua ereção inchada. A cabeça rosada, as veias saltadas, a virilha e os testículos desprovidos de pelos fizeram a minha boca salivar. Eu estava ansiosa para abocanhar aquele mastro ereto e chupá-lo como um pirulito. Sem perder mais tempo, ajoelhei-me no colchão e tomei o seu membro em mãos, observando com deleite o moreno gemer e tombar a cabeça para trás. 

Motivada pela visão que obtive, passei a língua ao redor da sua glande antes de deslizar seu meu membro pela cavidade de minha boca. Tentando me acostumar com o seu tamanho, comecei a, lentamente, empurrá-lo para dentro e para fora, masturbando o que não cabia. Deixei chupões e pequenas mordidas pela pele vascularizada, apalpando seus testículos. O príncipe poderia ser um cavalheiro, um verdadeiro gentleman, amável e gentil, mas quando se tratava de intimidade ele simplesmente se transformava, dando lugar ao homem indomável e selvagem que habitava dentro de si. E isso me deixava completamente alucinada. Libertando seu eu dominador, ele passou a prensar seu quadril contra o meu rosto, impulsionando e fodendo a minha boca. Geralmente, eu gostava de estar no controle, mas quando se tratava do amir eu não me importava de ser dominada, tomada... 

Príncipe Malik: Você mama tão gostoso... — arquejei. Forcei-me entre seus lábios, esticando-os. Ela gemeu contra o meu membro e eu empurrei mais forte, os sons de prazer em sua sucção fazendo-me perder o eixo. Suas sugadas vão aumentando a pressão,  enquanto continuo comendo sua boquinha. 

Júlia: — Suas veias passaram a ficar mais visíveis e o corpo corpo a estremecer conforme eu continuava o meu trabalho. Desci os meus lábios lambuzando-o de saliva até a base, esforçando-me para encaixá-lo por completo. Mamei por longos muitos, sentindo-o cada vez mais rijo. Os sons que ele reproduzia eram tão eróticos que tive vontade de chupar até que ele jorrasse o seu leitinho quente na minha garganta. Controlei essa vontade e afastei a minha boca, deixando um rastro de saliva por toda a sua extensão. Pisquei com falsa inocência e ele rosnou excitado apontando para a cômoda.

Príncipe Malik: Quinta gaveta. — indiquei e ela seguiu até lá, trazendo alguns preservativos na mão. A fada ergueu suas sobrancelhas, em uma pergunta silenciosa: "Por que diabos você tem preservativos na gaveta se só pretendia transar depois casamento?" Eu dei de ombros, mordendo o meu sorriso safado. Apesar de não ter admitido em voz alta, uma parte de mim sabia que eu não conseguiria seguir esse preceito se continuasse me encontrando com a Júlia. Ela é irresistível e mexe com todas as minhas cabeças. 

Júlia: 'ayuha alearabiu alwaqah.(Seu árabe sem vergonha). — dei um tapa na sua coxa e abri a embalagem, retirando a camisinha e encapando o seu pau. Apesar de adorar ser dominada por ele, eu não poderia perder o total controle, e foi exatamente isso que me fez subir em seu colo e segurar o seu pau, deslizando a cabecinha pela minha entrada melada,  elevando o meu quadril e descendo lentamente. 

Príncipe Malik: Porra... — gemi, quando o meu pau entrou por inteiro, me deliciando com a sensação de estar completamente dentro dela. 

Júlia: — suas mãos passearam pelas minhas costas até chegarem na minha bunda, onde ele espalmou e apertou com tanta violência que achei que pudesse me rasgar. Ele arrastou o corpo para cima - junto comigo - e apoiou as costas contra a cabeceira da cama. Segurei em seus ombros, ganhando maior firmeza para subir e descer no seu membro. Suas íris escurecidas me encaravam nubladas e sua boca estava à centímetros da minha, ao que me beijou deliciosamente. 

Príncipe Malik: Isso! Cavalga mais rápido, gostosa! — dei um tapa na sua bunda e seus seios quicavam, à medida em que ela subia e descia, no meu colo. 

Júlia: — Arranhei seus ombros sentindo seu cheiro misturado ao meu, o calor de nossos corpos se chocando e o barulho de nossos gemidos arrepiando cada poro do meu corpo. 

Príncipe Malik: Porra! — inclinei minha cabeça, capturando seus mamilos com os meus lábios..

Júlia: Isso é tão bom... — aumentei a velocidade, fazendo-o atingir mais fundo.

Príncipe Malik: Bom pra caralho. Mas agora, estou de volta no controle. — inverti nossas posições, deitando-a sobre a cama, debruçando-me sobre ela. Voltei a beijar sua boca e arrastei o meu corpo, abrindo suas coxas para mim. Massageei meu pau para cima e para baixo, adorando a fome que vi em seus castanhos. Me encaixando entre suas coxas arreganhadas, esfreguei a ponta bulbosa em seu clitóris inchadinho e rosado, sentindo a umidade da sua boceta. Me alinhei em sua vulva, a visão da cabeça do meu pau entres os seus lábios me fazendo ranger os dentes. Segurei sua bunda por baixo, enquanto a encarava. Sua boca inchada está aberta, bochechas coradas e os olhos fixos em nossos sexos, ofegando, pronta para me receber. Com um gemido áspero, estoquei com força, penetrando-a até o fundo. — Wallah, tão apertada que parece que vai rasgar no meu pau... — Puxei quase todo e meti tudo nela outra vez, devagar e profundamente. Minha fadinha gritou e gemeu, pendendo a cabeça para trás, seu rosto completamente transformado pelo prazer. — Assim, janiati, leva meu pau todo... Toma mais... Toma tudo, porra... — fodi-a com rudeza, sacudindo-a, e fazendo a cama se mexer com os nossos movimentos. Minha fadinha choramingou, resfolegando, tomando meu pau até o talo, minhas bolas batendo em sua bundinha redonda. A devassidão nos invadiu de tal forma que estamos grunhindo os dois, em uníssono.

Júlia: Ah, Z-Zayn... — ele parou por um momento, seus olhos brilhando em brasas quando gemi o seu nome pela primeira vez. 

Príncipe Malik: Fala de novo... Geme o meu nome de novo. — ordenei. 

Júlia: Porra, Zayn... Me fode. Continua metendo em mim. 

Príncipe Malik: Com todo prazer. — sorri sacana, correndo minhas mãos pelo seu corpo inteiro, amassando sua carne, comendo-a gostoso e duro. Ela me recebeu da mesma forma, as coxas arreganhadas, me deixando meter tudo, bruto, fundo. — Sua bocetinha é tão gostosa... — Júlia gemeu me puxando sobre seu corpo, esfregando sua pele suada na minha. Agarrei seus pulsos, estendendo-os acima da sua cabeça, fodendo sua boceta enquanto a encarava nos olhos. Minha boca tomou a sua e nos beijamos com lascívia, enquanto eu continuava metendo tudo. 

Júlia: Oh, Zayn... Eu estou tão perto... Tão perto!

Príncipe Malik: Então goza comigo, janiati... — aumentei fricção de minha pelve em seu clitóris e então o seu corpo convulsionou.— Goza gostoso, minha fadinha safada... — ela me agarrou, ainda gemendo, fazendo-me ranger os dentes de tanto tesão. Cravou as unhas no meu peito, pulsando gostosamente em meu pau. Mordi sua nuca, estocando freneticamente, sem dó, socando bem forte, rasgando-a para baixo em meu pau. Seus braços vêm para trás puxando os meus cabelos, enquanto ela está perdida no orgasmo, chamando meu nome uma e outra vez. Meu corpo enrijeceu e eu segurei no seu queixo, fazendo-a olhar em meus olhos enquanto gozo, enchendo a camisinha com a minha porra. O prazer que eu estava sentindo era diferente de tudo que eu já tinha experimentado. 

E, com toda certeza do mundo, estar dentro da Júlia era o meu novo lugar favorito. 


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