Hot - Capítulo 870
André: — A boate estava pulsando com um ritmo que parecia vibrar através de mim, mas minha atenção estava totalmente fixada em uma certa ruiva. Me dirigi até a pista de dança, onde o drama de Zendaya e Harry havia se desenrolado e nossos corpos se encontraram, a química entre nós era palpável. — Larissa, vamos sair daqui. — sugeri, minha voz baixa, carregada de intenção, enquanto minha mão se perdia entre as curvas dela.
Nos afastamos da pista, a urgência aumentando a cada passo. No banheiro, a música se tornou um murmúrio distante, e a tensão entre nós, um rugido feroz. Eu a empurrei contra a porta, fechando-a atrás de nós, e nossos lábios colidiram com uma intensidade que parecia querer devorar um ao outro. Seus lábios eram como um veneno doce que eu queria engolir. Minhas mãos exploraram seu corpo, descendo para apertar sua bunda, puxando-a para sentir o quanto eu a desejava.
Intensificamos o beijo que era pura necessidade, cada toque uma explosão de desejo. Ela usava um vestido de única alça, curtíssimo, que parecia feito para ser arrancado. — Você não imagina o quanto eu esperei por isso, para ter assim outra vez. — Minhas mãos deslizaram pelo ombro nu, onde a alça do vestido se equilibrava, sentindo o calor intenso de sua pele, o ritmo acelerado de sua respiração.
Aproximei-a mais, o tecido subindo, expondo-a à minha fome. Minhas mãos agarraram sua cintura, segurando-a com uma intensidade que misturava posse e desejo, cada movimento uma promessa do que queríamos.
Com um impulso de paixão, virei-a, empurrando-a contra a pia, inclinando-a sobre ela. Nosso olhar se cruzou no espelho, um reflexo de desejo cru. A alça caiu, revelando mais pele, enquanto eu a mantinha firme, o calor do nosso encontro criando vapor no espelho, um testemunho silencioso do fogo que estava apenas começando a se acender entre nós.
Lari: Eu também, André. Então cuida bem de mim. — sussurrei, minha voz uma mistura de desejo e um desafio velado, cada palavra carregada com a promessa do que estava para acontecer. Meus olhos, verdes como esmeraldas, cruzaram com os dele pelo espelho, onde seus olhos ardiam com uma intensidade que parecia incendiar o próprio ar entre nós.
André começou a deslizar o fecho do meu vestido com uma lentidão que era quase uma tortura, o som do zíper como uma melodia erótica que aumentava a tensão. Quando o vestido se abriu, revelando minhas costas nuas, ele se inclinou, seus lábios encontrando a minha pele com um beijo úmido que parecia selar uma promessa.Enquanto eus dedos começaram a deslizar a alça do vestido pelos meus braços, o tecido descia lentamente, revelando cada curva do meu corpo ao longo do caminho.
Quando o vestido caiu ao redor dos meus pés, ele instruiu com um sussurro rouco, “Levante” e eu obedeci, os pés saindo facilmente do tecido amontoado no chão.
André mordeu os lábios, seus olhos se demorando na visão da minha bunda, grande e empinada.
A calcinha, de renda preta, mergulhava profundamente entre minhas nádegas, criando uma visão que era ao mesmo tempo provocante e quase indecente.
Ele não resistiu, dando um tapa firme que reverberou pelo banheiro, um som de posse que fez meu corpo responder com um calor que subia até o rosto, a pele onde ele tinha tocado ardendo com um misto de dor e prazer.
"Tão gostosa…” ele disse, a admiração e o desejo claros em sua voz, enquanto seus dedos traçavam o contorno da minha calcinha, sentindo a textura da renda contra a suavidade da minha pele. André observou como a calcinha moldava cada curva, os olhos se movendo lentamente, apreciando cada detalhe, cada sombra criada pelo tecido contra a luz.Como a boa safada que sou, eu empinei mais, dando a ele uma visão privilegiada.
Logo, começou a acariciar, seus dedos explorando a textura da minha calcinha, cada toque enviando ondas de prazer que se espalhavam por mim. Eu podia sentir a firmeza de sua palma contra minha carne, uma sensação que era ao mesmo tempo reconfortante e excitante.
"Você realmente me deixa louco, sabia?" André falou, sua voz um sussurro rouco, enquanto seus olhos no espelho se fixavam nos meus seios, agora mais expostos pela posição, seios que pareciam implorar por sua atenção.
Eu senti suas mãos, uma ainda na minha bunda, a outra deslizando para a frente, encontrando meus peitos. Ele começou a massageá-los, os dedos brincando com meus mamilos, fazendo-os enrijecer sob seu toque. O contraste entre a delicadeza e a urgência de seus movimentos era intoxicante.
"Olha só como eles respondem a mim," André comentou, sua voz cheia de satisfação, enquanto observava no espelho como reagiam. Cada movimento de seus dedos era como um choque elétrico, enviando descargas direto ao meu centro. Ele continuou a brincar, rolando, apertando, depois puxando meus mamilos de uma maneira que me fazia suspirar e arquejar, cada toque uma promessa de mais prazer.
Eu podia sentir o desejo crescendo, não só pelo toque físico, mas pela conexão que se estabelecia entre nós, cada carícia, cada palavra, construindo um crescendo de necessidade que parecia inevitável.
André: — Eu me afastei apenas o suficiente para começar a me despir, sentindo seus olhos sobre mim o tempo todo, um olhar que era quase palpável. "Observe bem, Larissa," eu disse, minha voz carregada de intenção, enquanto começava a tirar a camisa, puxando-a pela cabeça, os músculos dos meus braços e torso se destacando com o movimento.
Ela mordia os lábios, seu olhar no espelho seguindo cada movimento meu como se fosse um espetáculo exclusivamente para ela. "Você gosta do que vê, não é?" eu provoquei, enquanto desabotoava a calça, lentamente, deixando-a descer pelos quadris antes de chutá-la para o lado, revelando a rigidez da minha ereção contra a boxer.
"Esses seus olhos me deixam louco" eu continuei, enquanto tirava os sapatos e as meias, cada ação deliberada para prolongar o momento, para aumentar a antecipação. Eu sabia que ela estava apreciando cada detalhe, cada peça de roupa que eu descartava, aumentando o desejo no ar.
Finalmente, cheguei à boxer, e com um movimento que parecia tanto desafiador quanto promissor, abaixei-a, libertando-me completamente. "Agora, não há mais barreiras entre nós," eu disse, aproximando-me dela novamente, sentindo o calor do seu corpo, o desejo não dito que preenchia o espaço entre nós, enquanto ela continuava a me observar, mordendo os lábios, uma imagem de pura tentação.
Eu me aproximei dela por trás, o ar carregado de uma expectativa que só aumentava. "Vamos ver o que temos aqui," eu disse, minha voz rouca de desejo, enquanto meus dedos se enroscavam no elástico da calcinha dela, começando a puxá-la para baixo. Ela moveu os quadris, ajudando na tarefa, o tecido deslizando lentamente por suas pernas, revelando a curva suave das suas nádegas e, depois, a visão que eu sabia que estava esperando.
Sua bucetinha molhada.
"Você é perfeita," eu murmurei, meus olhos fixos na sua buceta, observando-a de um ângulo que parecia feito para ser adorado. "E eu vou te comer gostoso, do jeito que você merece."
Com uma mão, eu a guiei para se inclinar mais sobre a pia, enquanto a outra mão abria suas nádegas, expondo-a completamente para mim. "Olha só como você está pronta para mim," eu disse, aprovando a visão, antes de me abaixar.
Minha língua encontrou seu calor, lambendo devagar, explorando cada dobra com uma devoção que parecia transformar cada toque em um ritual de prazer. "Você gosta disso, não é, Larissa? Gosta de sentir minha língua em você?" eu murmurei contra ela, antes de chupar suavemente, ouvindo-a gemer, sentindo seu corpo responder ao meu toque.
"Tão doce," eu continuei, minha língua trabalhando em círculos, provocando, antes de enfim se afundar nela, movendo-se com uma intensidade que fazia seu corpo se arquear. "Eu poderia ficar aqui o dia todo, te provando," eu disse, sentindo seu prazer crescer, o som de seus gemidos como música para meus ouvidos.
Me afastei por um momento, o desejo pulsando através de mim como uma força incontrolável, e me inclinei para resgatar a calça, resgatando uma caminha de dentro do meu bolso.
"Vou te preencher, Larissa, vou te fazer sentir cada centímetro ," eu continuei, rasgando a embalagem com os dentes, um som que parecia ecoar na sala com promessa. "Vou te foder até você não conseguir pensar em mais nada além do meu pau dentro de você."
Então a posicionei, minhas mãos firmes em seus quadris, "Olha para o espelho, quero ver seus olhos quando eu estiver dentro de você," eu disse, esperando até que nosso olhar se encontrasse no reflexo. O momento foi carregado de eletricidade, de uma conexão profunda que parecia amplificar cada sensação.Com uma lentidão deliberada, posicionei-me, o calor dela me envolvendo enquanto eu começava a empurrar. "Sinta isso, Larissa, sinta como você me envolve, como você me recebe," eu murmurei, observando a expressão dela mudar no espelho, seus olhos se arregalando, a boca entreabrindo-se em um gemido silencioso.
Cada centímetro que eu entrava era uma nova camada de prazer, a sensação de preenchê-la completamente era intoxicante. "Você está tão apertada, tão quente," eu disse, a voz baixa, quase um rosnado, enquanto eu me movia, cada movimento lento, mas inevitável, até que estive completamente dentro dela, sentindo-a ao meu redor, nossos olhos ainda trancados no espelho, compartilhando a intensidade do momento.
Lari: Mete mais forte, André," minha voz saiu como um comando ardente, a necessidade explodindo em mim, enquanto eu começava a rebolar contra ele, minha bunda se movendo em um ritmo sensual, convidando-o para aprofundar mais. "Quero sentir você me preenchendo, me consumindo inteira."
Ele respondeu ao meu pedido com uma intensidade que me fez prender a respiração. Suas mãos, agora quase possessivas, agarraram meus quadris com força, puxando-me de volta para ele, cada empurrada dele um eco do meu desejo, uma força que parecia querer abrir caminho dentro de mim. "Assim, assim," eu gemi, a fricção enviando ondas de prazer que se espalhavam pelo meu corpo, cada movimento dele uma promessa de mais, de algo ainda mais profundo.
Eu podia sentir cada veia, cada contorno do seu pau deslizando dentro de mim, a sensação de ser preenchida completamente era inebriante. "Sim, André, assim," eu insisti, minha voz entrelaçada com suspiros e gemidos, "não pare."
Cada vez que ele empurrava, eu me sentia envolver seu pau com uma avidez que parecia tentar mantê-lo dentro de mim para sempre, a sensação de ser esticada, preenchida, era quase demais, mas exatamente o que eu queria. "Você é perfeito," eu suspirei, cada palavra um acompanhamento ao ritmo que ele estabelecia, a sensação de nossos corpos se encontrando, separando, unindo-se novamente, criando um som quase hipnótico de desejo. A velocidade aumentou, cada investida agora mais rápida, mais profunda, a penetração atingindo lugares dentro de mim que me faziam ver estrelas, a sensação de ser tomada por ele, de meu corpo reagindo a cada movimento, era como ser parte de uma dança que só nós dois conhecíamos.
André: Diz pra mim… A porra do Léo do bairro consegue te foder desse jeito, Larissa?" eu disse, minha voz um rosnado de luxúria misturada com uma ponta de desafio, enquanto continuava a penetrar nela com uma força que fazia a pia tremer, cada movimento uma invasão deliciosa, uma afirmação de que eu era o único que podia levá-la a esse ponto de abandono. "Ele te faz gritar assim, te faz rebolar gostoso?"
Ela respondeu com gemidos que eram quase ininteligíveis, cada um mais alto, mais desesperado que o anterior, enquanto eu intensificava o ritmo, cada estocada como um choque elétrico de prazer. "Não, André, só você," Lari conseguiu dizer, sua voz trêmula de desejo, a confissão me empurrando a continuar, a mostrar a ela, a mostrar a qualquer um que ousasse pensar em tê-la, quem realmente a possuía.
Eu a agarrei com mais força, puxando-a para encontrar cada investida minha, o som de nossos corpos se encontrando, a umidade, a intensidade, tudo se combinando em um frenesi de sensações. "Diz que quer mais, Larissa, diz que quer que eu te foda até você implorar por misericórdia," eu exigi, sentindo o prazer crescer dentro de mim, cada movimento meu agora uma promessa de mais, de nunca parar.
"Mais, André, não para," ela implorou, sua voz misturada com os sons de nossa luxúria, os gemidos se tornando gritos, o ritmo aumentando até um ponto onde parecia que o mundo poderia se desfazer ao nosso redor. Minhas estocada eram quase brutais em sua intensidade, cada uma uma declaração de posse, de desejo, de uma conexão que ia além do físico, nos levando ambos a uma espiral de prazer que parecia não ter fim.
Lari: Eu sentia cada estocada dele como um choque de prazer que reverberava pelo meu corpo, minha boceta se abrindo, se adaptando a cada movimento de André, como se estivesse sendo moldada por ele. "Mais fundo, André," eu pedi, minha voz um sussurro carregado de desejo, enquanto ele me preenchia de um jeito que fazia meu corpo se arquear de prazer.
Suas mãos encontraram meus seios, os dedos apertando, brincando com meus mamilos sensíveis, enviando ondas de excitação que me faziam arquear ainda mais contra ele. "Assim, André, continua," eu gemi, a fricção, o ritmo, tudo se intensificando, cada estocada mais profunda, mais intensa.
Nossos olhares se encontraram no espelho, uma que parecia ampliar cada sensação, cada movimento. Eu via o desejo cru em seus olhos, enquanto meu próprio prazer se refletia de volta para mim. "Eu vou gozar, André, não para," eu disse, minha voz trêmula de antecipação, sentindo o clímax se aproximar como uma tempestade. O som dos nossos corpos se encontrando, a mistura de suor e calor, tudo se fundia em uma sinfonia de luxúria. Eu me movia com ele, cada movimento meu um esforço para capturar mais daquela sensação, de sentir mais dele dentro de mim. "Mais, André, me faz gozar," eu implorei, e ele respondeu com uma urgência que parecia ecoar a minha própria necessidade.
Então, como uma explosão de prazer, o orgasmo me atingiu, meu corpo tremendo, meus gemidos se transformando em gritos de êxtase enquanto eu me contraía ao redor dele, sentindo-o ainda mais profundamente, o prazer me consumindo completamente, até que tudo o que existia era a sensação de ser completamente dele, refletida no espelho, um testemunho silencioso do reencontro de nossos sexos.
André: Olha pra mim, Larissa, quero ver seus olhos quando você gozar," eu disse, minha voz uma mistura de comando e desejo ardente, enquanto continuava a penetrar nela, cada movimento agora carregado de uma urgência quase desesperada. "Quero gozar junto com você," eu continuei, sentindo a tensão crescer, o prazer se acumular como uma tempestade prestes a explodir.
Nossos olhos se encontraram no espelho, a conexão intensificada pelo reflexo, um vínculo quase tangível. Eu podia ver o desejo, a necessidade brilhando nos olhos dela, espelhando o meu próprio.
"Agora, Larissa, goza para mim," eu ordenei, cada palavra acompanhada por uma investida mais profunda, mais intensa, e eu senti quando ela começou a tremer, os primeiros sinais do seu orgasmo. "Sim, assim," eu murmurei, enquanto ela se entregava ao prazer, seu corpo apertando ao redor do meu, cada contração enviando ondas de prazer que me empurravam para o meu próprio clímax.
Eu continuei, movendo-me dentro e fora, a sensação de estar dentro dela agora mais intensa do que nunca, mesmo enquanto ela começava a se recuperar dos espasmos do seu orgasmo. "Você é perfeita," eu disse, minha voz um rosnado de prazer, cada movimento agora um passo inevitável para o meu próprio fim. Quando finalmente cheguei lá, o prazer explodiu em mim como uma onda irresistível, despejando tudo dentro da camisinha, cada estocada agora um esforço para prolongar aquele momento, para sentir cada gota de prazer até não haver mais nada.
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