Hot - Capítulo 921

 Júlia: — Hesitei por um momento, um turbilhão de pensamentos me atravessando. Apesar de ter estado com outros homens, nunca fiz sexo anal; não havia conhecido ninguém que merecesse isso. Não até agora. 


— Sim. — Respondi, com aquela palavra que ele tanto desejava.


Príncipe Malik: Linda, eu serei cuidadoso. — Sorri genuinamente ao ouvir seu 'sim', uma onda de ansiedade me inundando. Voltei a aproximar o meu rosto do seu, nossas bocas se encontrando em um beijo apaixonado que parecia selar sua decisão. Meus lábios pressionaram contra os dela, línguas dançando e explorando uma a outra, com o entusiasmo renovado.


Minhas mãos, que antes estavam em sua bunda, agora se moveram para a sua blusa, desabotoando-a com uma lentidão deliberada, querendo prolongar cada momento desta nova intimidade. Então, a peça caiu, revelando a curva suave de seus seios. Eles eram redondos e volumosos, a pele macia e quente sob meu toque. Beijei a parte de cima, antes de seguir para as auréolas, onde os mamilos já estavam endurecidos, chamando pela minha boca. Mamei um deles, meus lábios sugando, endurecendo-o ainda mais sob a pressão da minha língua.


Cada mamada era um ato de adoração, meus lábios e língua trabalhando juntos para explorar a sensibilidade daquela área, extraindo gemidos dela que só aumentavam minha excitação. A outra mão acariciava seu outro seio, os dedos brincando com o bico irritadiço. Deixei um beijo molhado em cada peitinho e deslizei a minha boca pela sua barriga, beijando o ossinho saltado do seu quadril. Então, abri suas coxas, revelando completamente sua buceta para os meus olhos famintos e rocei a ponta do meu nariz, sentindo seu cheiro. 


— Você é perfeita — murmurei, minha voz carregada de um fervor quase reverencial, enquanto admirava sua bucetinha rosada e inchada. 


Eu me deliciava com a visão, a umidade brilhando, convidando-me para um gosto com o qual eu já estava familiarizado e cada vez mais viciado. Meus dedos traçaram uma linha suave ao longo da sua entrada, sentindo a resposta imediata de seu corpo.


— Ah, por favor... — gemeu, exprimindo sua necessidade de mim.


Não resisti mais. Meus lábios encontraram seu sexo, beijando-o esfomeado, minha língua traçando círculos ao redor de seu clitóris, sentindo o metal gélido do piercing.


— O seu gosto é tão bom… — sussurrei entre beijos e lambidas, sentindo o calor dela contra minha boca, a umidade que só aumentava o meu tesão.


Júlia não hesitou em demonstrar o seu prazer, seus dedos enredaram-se em meus cabelos, puxando os fios com força e precisão, incentivando-me a continuar, a explorar mais fundo.


Mergulhei mais dentro, saboreando cada dobra, cada recanto dela. Tracei letras do alfabeto com a língua sobre o clitóris, variando a pressão e a velocidade para proporcionar uma sensação única. 

Alternei entre suaves lambidas e chupadas mais intensas, aplicando uma leve sucção ao redor para maximizar a sensação.


— Vou te fazer chegar ao céu, janiati — Continuei explorando, minha língua deslizando para dentro e para fora da vagina em um ritmo que complementava a estimulação do clitóris. Usei também os dedos, penetrando-a suavemente para incitando o ponto G, sempre mantendo uma conexão através do olhar e toques suaves em outras partes do seu corpo.


Eu queria agradá-la e adorá-la do jeito que ela merecia.


Aumentei ainda mais a sucção, trabalhando em um ritmo agora mais urgente, combinando lambidas rápidas com sugadas mais profundas. 


— Estou quase lá... — Júlia voltou a gemer, sua voz um eco de prazer que preenchia o quarto. 


Seus quadris começaram a se mover mais rápido, encontrando o ritmo da minha boca, os músculos dela se contraindo em antecipação. Eu não parei, usando uma combinação de técnicas para levá-la ao clímax. Alternava entre movimentos de vaivém, imitando uma penetração suave, e círculos variados sobre seu ponto mais sensível. Introduzi também uma leve pressão com a ponta da minha língua diretamente sobre aquele ponto, seguida por um breve afastamento para criar uma sensação de antecipação, antes de voltar com mais intensidade.


Até que, entre grunhidos, sua vagina convulsionou, inundando a minha boca com o gosto doce do seu gozo. Eu continuei chupando, lambendo, mordiscando, não parando até que ela desfrutasse de cada onda do seu orgasmo, sentindo cada tremor, cada espasmo. E, eu bebi cada gota, prolongando seu clímax o máximo que pude.


— Meu Deus, foi incrível... Você é incrível. — sussurrou com a voz entrecortada pelo prazer que ainda ecoava através dela, seu corpo relaxando lentamente sob meus carinhos.


Sorri contra sua bucetinha melada, beijando suavemente a pele sensível, sentindo uma onda de satisfação ao saber que tinha proporcionado a ela esse momento de êxtase total.


Com o seu gostinho delicioso ainda fresco na minha boca, subi o meu rosto até o seu, encontrando seus lábios mais uma vez, compartilhando com ela o seu próprio sabor. Enquanto nos beijávamos, sua mão encontrou o meu pau, duro e pulsante. Sem hesitar, começou a acariciá-lo, seus dedos deslizando por cada centímetro, desde a cabeça até os meus testículos.


— Você está tão duro... — Júlia sibilou, entre beijos, sua mão me masturbando num vai e vem gostoso, que me fez arfar. Quero entrar nela, meter no mais profundo do seu corpo até gozar. Mas nossa transa estava apenas começando e eu precisava durar o máximo que conseguia. 


Selei o nosso beijo e olhando dentro dos seus olhos, posicionei-me sobre ela, meu pau entrando lento e gostoso, enquanto eu observava sua buceta se abrir, o piercing brilhando deixando-a ainda mais sexy.


— Olha como você me recebe… — murmurei, minha voz carregada. — Adoro como você me engole. — continuei, enquanto a penetrava lentamente, sentindo cada pedacinho dela me envolver, o calor de sua intimidade me tragando devagar. A sensação de cada centímetro de mim sendo engolido por ela era inebriante, a fricção suave, provocante, da penetração inicial.


Aumentei o ritmo, cada estocada agora mais forte, mais profunda, sentindo como seu corpo respondia a cada movimento, moldando-se ao meu. Cada avanço era uma nova descoberta, o aperto dela me puxando para mais dentro, suas paredes internas acariciando meu pau, um prazer quase insuportável.


— Você gosta assim, não é? Gosta de sentir meu pau te preenchendo, te fodendo gostoso? 


— Sim, sim... Mais forte, me fode mais forte! — implorou, fazendo com que um sorriso safado brotasse no meu rosto. 


Eu respondi ao seu pedido, aumentando mais o ritmo, sentindo como cada estocada fazia seu corpo balançar, seus seios se movendo com a força dos meus movimentos.


— Aperta esses peitos, pega neles para mim. — Ela atendeu prontamente o meu pedido, brincando com os mamilos sensíveis, enquanto eu agarrava o seu quadril com mais força, comendo mais fundo, mais forte. 


O som de nossos corpos se encontrando, os gemidos dela, tudo isso criava uma sinfonia de desejo que parecia preencher o ar.


— Vou te foder até você não aguentar mais — prometi, minha voz quase um rosnado.


Eu sentia cada tremor dela, cada sinal de que estava se entregando ao prazer, e isso só me motivava a continuar, a ir mais fundo, mais rápido, mantendo-nos nessa dança de luxúria e desejo.


Com um movimento decidido, peguei suas pernas, levantei-as e as coloquei sobre meus ombros, abrindo-a ainda mais para mim, tornando nossa conexão ainda mais íntima e selvagem. A posição permitia que eu a penetrasse com uma profundidade quase surreal, metendo até o talo.


— Olha como você fica linda assim, toda aberta para mim — grunhi, enquanto me acomodava melhor, ajustando o ângulo.


Agora, com suas pernas sobre meus ombros, eu tinha acesso total ao seu corpo, e aproveitei para estimular aquele seu clitóris outra vez. Uma mão apoiada ao lado dela para manter o equilíbrio, enquanto acariciava a área mais sensível, ajustando a pressão e a velocidade conforme sentia sua resposta. Cada movimento meu era calculado para proporcionar o máximo de prazer, minhas investidas combinada com a estimulação manual.


— Tão gostoso… — ela gemeu, seus olhos quase fechados, mas ainda tentando me olhar, como se quisesse gravar cada momento na memória.


— Vou te fazer gozar assim, com minhas estocadas e meus dedos te levando ao limite — prometi, enquanto continuava a penetrar com força, cada movimento mais rápido e mais profundo.


Então, suas pernas tremeram, seu corpo se arqueando para mim, os dedos dela se cravando na cama. Júlia começou a gemer mais alto e seus quadris encontraram cada uma das minhas estocadas.


— Z, eu vou gozar de novo... — A tensão em seu corpo cresceu até o ponto de ruptura, e então, com uma explosão de prazer, ela chegou ao orgasmo. Seu corpo convulsionou pela segunda vez, os músculos internos mastigando o meu pau, enquanto ela se deleitava. A sensação era intensa, quase me levando ao limite também, mas eu me concentrei em prolongar seu prazer, mantendo o ritmo, sentindo cada espasmo, cada tremor. 


Continuei penetrando, desacelerando aos poucos, observando seu rosto transformado pelo clímax, seus olhos fechando-se em êxtase, a boca entreaberta em um gemido silencioso.


— Tão linda… — Com o prazer ainda ecoando através de nós, comecei a me retirar lentamente de dentro dela. Meu pau escorregou com facilidade, deixando uma trilha brilhante sobre sua pele nua. Levantei-me, e fui até a cômoda, onde eu tinha deixado preservativos e um tubo de lubrificante. Ela arregalou os olhos e me repreendeu: 


— Seu safado! Quer dizer que foi tudo de caso pensado? E se eu não topasse te dar o meu cuzinho? O que você faria com isso aí? 


— Levar de volta para o meu quarto, e deixá-lo guardado até te convencer a me dar. — Sorri maroto e ela atirou um travesseiro na minha direção. — Quem não chora, não mama. 


— Vê se come com carinho, é a primeira vez que eu… — mordeu a boca manhosa, deixando a frase no ar.


— Eu prometo, habib — Separei suas coxas novamente, dando um beijo delicado na bucetinha recém-fodida. Meus lábios então desceram, explorando seu cuzinho com uma delicadeza. Senti a pele quente e macia contra minha boca, buscando acalmar e excitar ao mesmo tempo.


Minha língua começou a traçar círculos suaves ao redor de seu ânus, estimulando cada milímetro, pressionando levemente, delineando formas, descrevendo o contorno, sentindo a tensão e o relaxamento de seus músculos.


Enquanto beijava, abri o tubo de lubrificante, derramando uma quantidade generosa sobre meus dedos. Continuei a explorar com minha boca, antes de passar para a próxima fase. 


Finalmente, com uma suavidade extrema, comecei a aplicar a substância. Meus dedos, agora escorregadios, massagearam ao redor da área, preparando-a com movimentos circulares, notando como a pele se tornava cada vez mais relaxada. Introduzi um dedo vagarosamente, observando cada expressão de seu rosto, cada suspiro, garantindo que a sensação fosse de prazer. Adicionei mais lubrificante, movendo meu dedo com uma lentidão meticulosa, expandindo-o pouco a pouco.


Eu continuei aplicando mais produto, agora usando dois dedos, movendo-os em um ritmo lento, mas constante. 


— Tudo bem? — perguntei, atento às suas feições. 


— É diferente… Mas pode continuar. — Olhando para ela ali, tão linda, nua e completamente entregue, me senti honrado. Júlia estava de bruços, as nádegas levemente levantadas, a pele brilhando com o lubrificante, uma visão de vulnerabilidade e confiança que me tocou profundamente. Meus dedos deslizaram suavemente por sua pele, fazendo carinho em suas costas, um toque reconfortante antes de continuar.


Com a sensação de intimidade e cuidado ainda presentes, encapei o meu pau com  o preservativo, certificando-me de que estivéssemos seguros antes de seguir adiante. 


A posicionei de um jeito que garantisse conforto, nos encaixando em conchinha, com ela deitada de lado e eu atrás dela. Com uma mão, segurei suavemente sua cintura, puxando-a mais para mim, enquanto a outra acariciava seu corpo, desde a curva dos seus seios até as coxas, ajudando-a a relaxar. 


Senti sua respiração se aprofundar, um sinal de que estava pronta.


Ajustei minha posição para alinhar nosso corpo, minha ereção pressionando delicadamente contra ela, sentindo o calor de sua pele. Com o máximo de cuidado, comecei a penetrar, primeiro apenas com a cabeça do meu pau, observando sua reação, sentindo como seu corpo reagia.


— Me diga se for muito, ou se quiser que eu pare. Quero que se sinta confortável, não quero te machucar.


Ela assentiu, e eu avancei um pouco mais, sentindo a resistência inicial, mas também a suavidade proporcionada pelo lubrificante. Movia-me devagar, permitindo que ela se acostumasse a cada milímetro. Cada avanço era acompanhado por um beijo em seu pescoço, uma carícia em seu seio e palavras de encorajamento.


Júlia começou a relaxar mais, seus suspiros transformando-se em gemidos suaves, indicando que estava tranquila com o ritmo. Mantive o movimento lento, penetrando um pouco mais fundo, mas sempre atento, pronto para parar ou recuar se necessário.


— Tão apertada… — Com o tempo, aumentei mais, sentindo como ela se adaptava à sensação, permitindo que meu pau entrasse completamente. A tensão e a suavidade se misturavam, mas o prazer estava dominando a dor.


— Você gosta de como eu te fodo, não é? — sussurrei com a voz carregada de desejo. 


Minha mão não se conteve, levando-se até o clitóris dela. Senti a umidade e o calor contra meus dedos, enquanto eu começava a estimular com toques suaves, mas determinados, continuando a penetrar o seu cuzinho. Traçava círculos lentos, observando sua reação, aumentando e diminuindo a pressão.


— Vou te fazer gozar assim, safada — murmurei, enquanto dava um tapa firme em sua bunda, o som ecoando pelas paredes, seguido por um aperto possessivo na carne macia, sentindo como ela se contraía. 


Sentia como seu corpo reagia, os gemidos dela se tornando mais altos, mais frequentes, enquanto eu aumentava a velocidade e a profundidade das estocadas, minhas mãos trabalhando em sincronia com meu corpo, meus gemidos se misturando aos dela.


— Tão gostoso… — gemeu, me deixando completamente louco.


A sensação de entrega dela aumentava a minha excitação. Eu não parava, determinado a levá-la ao terceiro clímax, sentindo sua respiração se tornar mais irregular, intensificando minha atenção ao clitóris enquanto continuava a penetrar, cada estocada mais profunda e mais firme, acompanhada por mais tapas na bunda, mais apertos, mais palavras que a faziam sentir-se a mais desejada. Júlia começou a rebolar, mostrando que estava adorando tomar o meu pau com o seu cuzinho.


— Isso... Gostosa! Rebola esse cuzinho delicioso no meu pau. — 

O ritmo se tornou insano, nossos corpos fodendo como se o mundo fosse acabar. Os gemidos saíam altos, um coro de prazer sujo e cru.


— Porra, que delícia ... — soltei um rugido, sentindo o orgasmo chegando com força.


Cada estocada era um choque de prazer, o aperto dela ao meu redor me levando ao limite. Meus dedos não paravam de trabalhar naquela buceta molhada, provocando, estimulando, trazendo-a ao limite mais uma vez, querendo vê-la gozar tanto quanto eu.


— Mais, mais... — ela gemia, a voz entrecortada pelo prazer, pedindo mais do que eu já estava dando.


Meu orgasmo começou como uma onda devastadora, o calor subindo, invadindo, explodindo desde as minhas bolas até a ponta do meu pau. Cada músculo meu tremia, cada nervo gritava de prazer.

Nossos gemidos eram um hino à luxúria, ao prazer sem pudores. 


Senti o preservativo se encher com a minha porra, a sensação de ejaculação prolongada, cada gota sendo a prova do quanto eu estava gozando, tendo o orgasmo mais longo e gostoso da minha vida.

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